Última atualização: 25 de setembro de 2026
Esta Política de Privacidade explica como a PrivateDriver recolhe, utiliza, conserva e protege os dados pessoais dos utilizadores das suas plataformas: a aplicação para passageiros ("App Cliente"), a aplicação para motoristas ("App Motorista" ou "PrivateDriver-Backoffice"), a Página Web de Onboarding (privatedriver.digital) e, no que for aplicável, o Painel de Administração de uso interno da equipa.
O responsável pelo tratamento dos dados pessoais descritos nesta política é a Libelinha Lilaz, Lda., titular do NIPC 519531400 ("PrivateDriver", "nós"). Para qualquer questão relacionada com esta política ou com os seus dados pessoais, contacte-nos através de hello@privatedriver.digital.
Esta política aplica-se aos dados recolhidos através das quatro frentes do sistema PrivateDriver — App Cliente, App Motorista, Página Web de Onboarding e Painel de Administração — todas assentes na mesma base de dados. Motoristas e passageiros estão sujeitos aos mesmos princípios de proteção de dados descritos aqui, ainda que a natureza da relação com a plataforma seja diferente: o passageiro é consumidor do serviço de transporte contratado ao motorista; o motorista é parceiro comercial/prestador de serviços que usa a plataforma para gerir a sua própria atividade (ver Termos de Serviço, secção 3.3), pelo que alguns dos seus dados (documentos de habilitação, dados de faturação) são tratados com uma finalidade diferente da dos dados do passageiro.
Nome, número de telefone, email, fotografia de perfil e, para o motorista, cidade base e dados do(s) veículo(s) (marca, modelo, cor, matrícula). Recolhidos no registo e atualizáveis a qualquer momento no Perfil de cada app, para criar e gerir a conta, identificar o utilizador perante a outra parte de uma viagem e permitir o funcionamento normal da plataforma.
Para poder disponibilizar os seus serviços na plataforma, o motorista submete cinco documentos: documento de identificação (BI/CC), carta de condução, Documento Único Automóvel (DUA) do veículo, apólice de seguro do veículo e certificado RNAAT (Registo Nacional dos Agentes de Animação Turística). Estes documentos ficam guardados de forma segura num repositório privado, com acesso restrito ao próprio motorista e à equipa PrivateDriver, e não voltam a ser pedidos ao motorista depois do primeiro envio — só são reenviados por iniciativa do próprio, se quiser corrigir algo. A finalidade é confirmar que a pessoa tem habilitação legal para conduzir e para exercer a atividade de transporte/transfer turístico antes de disponibilizar os seus serviços na plataforma; a retenção destes documentos justifica-se também pela possibilidade de uma autoridade competente os solicitar no âmbito dessa atividade.
Uma parte da verificação do documento de identificação e da carta de condução é feita automaticamente, por reconhecimento ótico de caracteres (OCR, através da Google Cloud Vision API), comparando o nome extraído do documento com o nome registado na conta do motorista. Quando a confiança dessa comparação é suficiente, o motorista pode ficar ativo na plataforma antes de um membro da equipa PrivateDriver confirmar manualmente a verificação — essa confirmação humana acontece sempre, ainda que possa ser posterior à ativação. Os restantes três documentos (DUA, seguro, RNAAT) são sempre revistos manualmente por um administrador. O motorista pode ainda incluir uma nota de texto livre junto de qualquer documento, visível ao administrador que o revê, para explicar situações fora do comum (por exemplo, um documento em nome de outra pessoa ou emitido noutro país).
A localização do motorista só é registada e partilhada com o passageiro correspondente durante duas fases da viagem: a partir do momento em que o motorista aceita o pedido e começa a deslocar-se para o local de recolha, e durante a viagem em curso. Fora destas duas fases — antes de o motorista aceitar a viagem, ou depois de a viagem terminar — não é enviada nem guardada qualquer posição. Esta localização é usada apenas para mostrar ao passageiro a posição do seu motorista e o tempo estimado de chegada, e não é acedida por mais ninguém além do motorista, do passageiro dessa viagem específica e, para fins de segurança e resolução de disputas, pela equipa PrivateDriver.
O pagamento da viagem entre passageiro e motorista é processado por cartão de crédito/débito ou MB WAY, através da EuPago, usando a conta EuPago própria de cada motorista, ou em dinheiro diretamente ao motorista. A PrivateDriver nunca recebe nem processa diretamente os dados do cartão do passageiro — esses dados são tratados pela EuPago, enquanto prestador de serviços de pagamento. Separadamente, a subscrição do motorista à plataforma é processada através da Stripe, o que implica a partilha com a Stripe dos dados necessários à cobrança recorrente (identificação e dados de pagamento da subscrição). Para efeitos de faturação da subscrição, o motorista fornece também o seu número de contribuinte (NIF) e o nome de faturação; quando indica que fatura como empresa, este NIF pode ser verificado automaticamente junto do sistema VIES (VAT Information Exchange System) da União Europeia, que devolve a designação social oficial associada a esse número.
O conteúdo das mensagens trocadas entre motorista e passageiro, dos avisos gerais enviados pelo motorista aos seus passageiros, e das conversas de suporte entre qualquer utilizador e a equipa PrivateDriver é guardado na plataforma, para permitir o histórico da conversa e para a equipa poder prestar assistência.
Enviamos notificações push (via Firebase Cloud Messaging) e, como reforço para avisos importantes ou quando a push não chega, emails (via Resend) relacionados com a atividade da conta: novos pedidos de viagem, respostas a pedidos, alterações de estado da viagem, lembretes antes do início de uma viagem agendada, novas mensagens, avisos sobre documentos ou subscrição, entre outros eventos da mesma natureza operacional. Estas notificações não têm finalidade de marketing.
Se um utilizador convida outro para a plataforma através de um programa de referência (motorista → motorista ou passageiro → passageiro), guardamos a relação entre quem convidou e quem foi convidado, para efeitos de atribuição de pontos. Os motoristas podem também estabelecer entre si uma rede de confiança (pedidos e aceitações de ligação, e o respetivo estado de bloqueio), usada para encaminhar viagens entre motoristas conhecidos.
A classificação e o comentário opcional que o passageiro deixa após cada viagem são associados ao motorista avaliado e contribuem para a sua classificação média, visível na plataforma.
Para efeitos de segurança, deteção de fraude e resolução de incidentes, mantemos um registo interno de alterações relevantes feitas na base de dados (por exemplo, mudanças de estado de uma viagem ou de um pagamento), acessível apenas à equipa de administração da plataforma.
Tratamos os dados pessoais acima com os seguintes fundamentos, nos termos do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD):
Nos termos do RGPD, tem direito a: aceder aos seus dados pessoais; pedir a sua retificação, quando incorretos ou desatualizados; pedir o apagamento dos seus dados ("direito ao esquecimento"); pedir a portabilidade dos seus dados para outro serviço; opor-se a determinados tratamentos baseados em interesse legítimo; e retirar, a qualquer momento, um consentimento previamente dado (sem afetar a licitude do tratamento já realizado). Pode exercer estes direitos diretamente nas Definições/Perfil de cada app (para retificação de dados de conta) ou contactando-nos através de hello@privatedriver.digital.
No que respeita especificamente ao direito de apagamento: por envolver, tipicamente, um histórico de viagens e pagamentos que a outra parte (motorista ou passageiro) e as obrigações contabilísticas e fiscais aplicáveis exigem preservar, não oferecemos apagamento definitivo e imediato de todos os registos associados a uma conta — ver secção 8 para a forma como este direito é exercido na prática, através de anonimização.
Qualquer utilizador pode pedir a eliminação da sua conta a partir das Definições da respetiva app (não é possível enquanto existir uma viagem aceite ou em curso). Ao contrário de um apagamento total dos registos, o processo de eliminação da PrivateDriver funciona por anonimização: o nome, o email, o número de telefone e a fotografia de perfil são substituídos por valores não identificáveis, e a conta fica marcada como eliminada, deixando de ser possível associar essas viagens e pagamentos passados a uma pessoa identificável através da app. As credenciais de acesso (login) são igualmente inutilizadas.
Optámos por este modelo, em vez de apagar diretamente as linhas de viagens, pagamentos e faturação associadas à conta, porque essas viagens e pagamentos continuam a fazer parte do histórico transacional e contabilístico legítimo da outra parte envolvida (o motorista ou o passageiro com quem a viagem foi feita), e estão sujeitos aos prazos legais de conservação de registos contabilísticos e fiscais indicados na secção 5. Apagar essas linhas por completo comprometeria a integridade desse histórico para a outra parte e para eventuais obrigações legais da PrivateDriver. A anonimização atinge o mesmo objetivo prático do apagamento no que toca aos seus dados pessoais identificáveis — deixam de estar associados ao seu nome, contacto ou fotografia — sem destruir registos que a lei ou a integridade referencial de terceiros exigem que se mantenham.
Para prestar o serviço, partilhamos dados pessoais com os seguintes subcontratantes e parceiros, na medida do estritamente necessário para cada finalidade:
Não vendemos nem partilhamos dados pessoais com terceiros para fins de publicidade.
A página de Suporte deste site tem um assistente automático que responde a perguntas sobre as apps. Funciona com um modelo de linguagem da Anthropic (Claude), e aplica-se-lhe o seguinte:
Este assistente existe apenas nas páginas públicas deste site. As apps não o têm: dentro da app, quem responde é uma pessoa da equipa, pelo módulo de mensagens.
A base de dados principal da plataforma está alojada na União Europeia. Alguns dos subcontratantes indicados na secção 8 (nomeadamente Google, Stripe, Cloudflare e Anthropic) podem processar dados em servidores fora do Espaço Económico Europeu, no âmbito da sua prestação de serviço global. Nesses casos, a transferência assenta nos mecanismos previstos no RGPD para garantir um nível adequado de proteção, como cláusulas contratuais-tipo aprovadas pela Comissão Europeia ou decisões de adequação aplicáveis.
Quando abre este site pela primeira vez, mostramos-lhe uma barra com três opções. Nada é colocado no seu dispositivo para análise ou publicidade antes de escolher, e recusar é um clique, tal como aceitar.
gclid do Google Ads) para saber que campanha
o trouxe até aqui, e carregar o pixel da Meta, que nos
diz se um anúncio no Facebook ou no Instagram resultou. O pixel regista
a visita à página e, quando acontecem, quatro momentos: iniciar a
subscrição, concluí-la, e clicar para transferir uma das apps. Coloca
cookies próprios (_fbp, _fbc), que são
apagados se retirar o consentimento. São duas perguntas separadas: pode
aceitar a análise de tráfego e recusar a publicidade.
Pode mudar de ideias a qualquer momento, e retirar o consentimento é tão fácil como tê-lo dado: . Se retirar o consentimento de publicidade, o identificador de anúncio que tivéssemos guardado é apagado do seu navegador.
Os prazos: as escolhas ficam guardadas no seu navegador até as alterar; o identificador de anúncio, quando consentido, é guardado por 90 dias. Limpar os dados do navegador apaga tudo isto e a barra volta a aparecer.
Aplicamos controlo de acesso ao nível da base de dados (Row Level Security) a todas as tabelas com dados pessoais, de forma a que cada motorista e passageiro só possa aceder aos seus próprios dados e aos dados estritamente necessários da outra parte de uma viagem ou conversa em que participa. Os documentos do motorista são guardados num repositório privado, não acedido por defeito por ninguém além do próprio motorista e da equipa de administração. Credenciais sensíveis (por exemplo, chaves de pagamento configuradas pelo motorista) são guardadas de forma cifrada, nunca em texto simples.
A plataforma destina-se a utilizadores com capacidade legal para contratar. Não pretendemos recolher intencionalmente dados de menores sem capacidade legal para tal.
Podemos atualizar esta Política de Privacidade a qualquer momento, publicando a versão atualizada nesta página, com indicação da data de última atualização. Alterações substanciais serão sempre que possível também comunicadas dentro da app.
Para exercer os seus direitos ou esclarecer qualquer dúvida sobre esta política, contacte-nos através de hello@privatedriver.digital. Tem também o direito de apresentar reclamação junto da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), a autoridade de controlo competente em Portugal. Não foi ainda nomeado um Encarregado de Proteção de Dados (DPO) formal para a plataforma.
Este texto foi redigido para refletir com rigor as práticas reais de tratamento de dados da plataforma PrivateDriver, tal como implementadas à data acima, mas ainda não foi objeto de revisão jurídica formal. Será atualizado, se necessário, na sequência dessa revisão.
Feito na Bigorna